SOC Prime Bias: Medium

28 Jan 2026 08:56 UTC

Um Arsenal Compartilhado: Identificando TTPs Comuns em RATs

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Ruslan Mikhalov Chief of Threat Research at SOC Prime linkedin icon Seguir
Um Arsenal Compartilhado: Identificando TTPs Comuns em RATs
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Detection stack

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Resumo

Uma publicação da Splunk revisa como muitas famílias de trojans de acesso remoto e ladrões convergem no mesmo conjunto básico de técnicas MITRE ATT&CK. Destaca comportamentos repetitivos como transferência de ferramentas de entrada, descoberta de host e rede, persistência de registro e de tarefas agendadas, evasão de defesa e roubo de credenciais. Ao mesmo tempo, observa pequenas diferenças de implementação que ainda podem ajudar a separar famílias durante a triagem. Esta abordagem apoia uma caça mais consistente entre famílias.

Investigação

A equipe mapeou cerca de dezoito famílias de malware para ATT&CK, resumiu os TTPs sobrepostos e incluiu fragmentos de código práticos cobrindo persistência, manipulação de token e uso de serviços web. Exemplos abrangem consultas WMI, escritas em Run-key, criação de schtasks e comandos PowerShell que adicionam exclusões ao Windows Defender.

Mitigação

A orientação prioriza detecções centradas em técnicas em vez de nomes de famílias: observe o abuso de utilitários comuns (schtasks, reg, WMI), restrinja o tráfego de serviços web de saída e endureça os controles de acesso a credenciais. Também recomenda apertar as políticas de exclusão do Windows Defender e alertar sobre mudanças de privilégios de token.

Resposta

Quando essas técnicas são detectadas, isole o endpoint, colete artefatos chave (hives de registro, definições de tarefas agendadas, logs de linha de comando) e busque IOCs relacionados em todo o patrimônio. Remova a persistência, aplique bloqueios baseados em indicadores para domínios e hashes conhecidos, e expanda as detecções para cobrir os comportamentos compartilhados.

Fluxo de Ataque

Ainda estamos atualizando esta parte.

Detecções

Possível Tentativa de Comunicação de Domínio por Lookup de IP (via dns)

Equipe SOC Prime
27 Jan 2026

Schtasks Apontando para Diretório / Binário / Script Suspeito (via cmdline)

Equipe SOC Prime
27 Jan 2026

Desativando Proteções do Windows Defender (via registry_event)

Equipe SOC Prime
27 Jan 2026

Possível Infiltração / Exfiltração de Dados / C2 via Serviços / Ferramentas de Terceiros (via proxy)

Equipe SOC Prime
27 Jan 2026

Possível Infiltração / Exfiltração de Dados / C2 via Serviços / Ferramentas de Terceiros (via dns)

Equipe SOC Prime
27 Jan 2026

Alterações Suspeitas nas Preferências do Windows Defender (via powershell)

Equipe SOC Prime
27 Jan 2026

Possíveis Pontos de Persistência [ASEPs – Software/NTUSER Hive] (via registry_event)

Equipe SOC Prime
27 Jan 2026

Criação de Tarefas Agendadas via Schtasks.exe [Criação de Processo do Windows]

Regras de IA do SOC Prime
27 Jan 2026

Detectar Run Keys de Registro para Persistência [Evento de Registro do Windows]

Regras de IA do SOC Prime
27 Jan 2026

Execução de Simulação

Pré-requisito: O Check Preliminar de Telemetria e Linha de Base deve ter passado.

Justificação: Esta seção detalha a execução precisa da técnica do adversário (TTP) concebida para acionar a regra de detecção. Os comandos e a narrativa DEVEM refletir diretamente os TTPs identificados e visam gerar a telemetria exata esperada pela lógica de detecção.

  • Narrativa e Comandos de Ataque:

    1. Reconhecimento: O atacante enumera a versão do SO para verificar se o alvo é uma máquina Windows capaz de usar Run‑keys.
    2. Preparação da Carga Útil: Um executável de teste inofensivo (notepad.exe) é escolhido para evitar impacto malicioso real ao mesmo tempo que representa uma carga útil de persistência típica.
    3. Implante de Persistência: Usando reg.exe, o atacante escreve um novo valor de string nomeado ProvingMalware sob HKCUSoftwareMicrosoftWindowsCurrentVersionRun, apontando para C:WindowsSystem32notepad.exe. Isso gera o EventID 4657 com o caminho do Run‑key, satisfazendo a regra de detecção.
    4. Verificação: O atacante consulta o registro para confirmar que o valor existe.
  • Script de Teste de Regressão:

    # -------------------------------------------------
    # Provando – Simulação de Persistência de Run‑Key de Registro
    # -------------------------------------------------
    try {
        # 1. Verifique se o SO é Windows
        if (-not $IsWindows) {
            throw "Script can only run on Windows."
        }
    
        # 2. Defina o caminho do Run‑key e a carga útil maliciosa
        $runKey = "HKCU:SoftwareMicrosoftWindowsCurrentVersionRun"
        $valueName = "ProvingMalware"
        $payloadPath = "$env:SystemRootSystem32notepad.exe"
    
        # 3. Escreva o Run‑key malicioso (isso aciona o EventID 4657)
        New-ItemProperty -Path $runKey -Name $valueName -Value $payloadPath -PropertyType String -Force |
            Out-Null
    
        Write-Host "[+] Run‑key $valueName added under $runKey pointing to $payloadPath"
    }
    catch {
        Write-Error "[!] $($_.Exception.Message)"
    }
  • Comandos de Limpeza:

    # Remova o valor de persistência simulado
    $runKey = "HKCU:SoftwareMicrosoftWindowsCurrentVersionRun"
    $valueName = "ProvingMalware"
    if (Test-Path "$runKey") {
        Remove-ItemProperty -Path $runKey -Name $valueName -ErrorAction SilentlyContinue
        Write-Host "[+] Cleaned up Run‑key $valueName"
    }